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  09:50

 Foto: Reprodução

Sindicatos usaram as redes sociais, nesta terça-feira (19), para emitir notas de repúdio contra o recém-publicado edital do concurso público da Prefeitura de Altos, no Piauí.

O edital já é alvo de diversas polêmicas, que vão desde os salários previstos para algumas categorias até itens que levantam suspeitas e possibilidades de fraudes.

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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserm), o Sindicato dos Farmacêuticos no Estado do Piauí (Sinfarpi) e o Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (Simepi) utilizaram as redes sociais para repudiar o edital.

Em nota, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserm) exige que a gestão municipal reveja imediatamente os valores apresentados no edital, promovendo as devidas retificações salariais em respeito às leis vigentes, aos planos de carreira e, acima de tudo, à dignidade do trabalhador. “Não aceitaremos a desvalorização do funcionalismo público!”, destacou o sindicato.

“O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) denuncia mais um grave absurdo praticado pela gestão pública. Desta vez, no município de Altos, onde a prefeitura lançou edital oferecendo remuneração de apenas R$ 3.500 para médicos com carga horária de 40 horas semanais, em total desrespeito à categoria e à saúde pública”, disse o sindicato em nota.

“O que se vê é uma prática desonesta e mal-intencionada, pois o gestor sabe que nenhum profissional qualificado aceitará essas condições. Na prática, isso abre espaço para contratações por interesse político, transformando o serviço público em curral eleitoral e comprometendo diretamente a qualidade do atendimento oferecido à população”, acrescentou o Simepi.

O Sindicato dos Farmacêuticos no Estado do Piauí (Sinfarpi) informou que esteve na Prefeitura Municipal de Altos para questionar o valor salarial destinado ao cargo de farmacêutico no edital do concurso público.

“O salário apresentado no edital encontra-se abaixo do piso salarial previsto pela legislação estadual vigente, representando desvalorização profissional e descumprimento dos direitos assegurados à categoria farmacêutica no estado do Piauí”, destacou o sindicato.

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