O vereador Josias Cândido da Silva (PT) recebeu alta no último dia 14 de fevereiro, quase três meses após ter o corpo incendiado por uma mulher, de 28 anos. A informação foi confirmada pela filha do vereador.
O crime ocorreu em novembro de 2025, no acampamento Nossa Terra, zona rural da cidade de Coivaras. A mulher teria invadido a residência da vítima e provocado o incêndio na casa e no vereador, que sofreu queimaduras no tórax, abdômen, braços, pernas e pés.
Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Campo Maior e, em seguida, transferido para o HUT, onde ficou internado por 80 dias. A mulher foi presa em dezembro por tentativa de homicídio qualificado por meio cruel e segue presa.
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Segundo um familiar do vereador, o parlamentar encontra-se bem e terminando a recuperação em casa.
“Ele está passando por fisioterapias e cuidados. Não ficou com sequelas, só com marcas profundas das queimaduras, algumas ainda estão cicatrizando”, disse.
O vereador ainda não comentou com a família sobre o que aconteceu no dia do crime. “No momento, estamos focados na recuperação dele, porque ele ficou bastante traumatizado com o que aconteceu”, acrescentou.
Sobre o retorno do parlamentar à Câmara dos Vereadores de Coivaras, a família explicou que Josias pediu afastamento por 115 dias com atestado médico. Seu retorno à Câmara está previsto para o final do mês de maio.
“Ele deu entrada com requerimento para o afastamento de 115 dias com atestado médico. Mas não foi necessário um suplente porque, pelo regimento interno da Casa, menos de 120 dias ele pode ficar afastado e continuar recebendo pela Casa, sem precisar acionar o INSS. A previsão é que ele retorne no fim de maio”, explicou.
O caso está em segredo de Justiça.


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