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  19:37

Após alta nos combustíveis, Procon recomenda uso de aplicativo para comparar preços no Piauí

 Foto: Cidadeverde.com

Com o aumento recente no preço dos combustíveis no Piauí, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) passou a orientar motoristas a pesquisarem os valores antes de abastecer. Uma das ferramentas indicadas pelo órgão é o aplicativo Menor Preço Brasil, que permite consultar quanto os postos estão cobrando em tempo real.

A recomendação ocorre após uma operação de fiscalização que notificou nove distribuidoras e cerca de 100 postos no estado para explicar o aumento repentino nos preços. Os estabelecimentos têm prazo de cinco dias para apresentar notas fiscais que comprovem o reajuste.

Segundo o Procon, a gasolina em Teresina chegou a uma média de R$ 6,49, enquanto o diesel é vendido a cerca de R$ 6,98. O levantamento também identificou que, em um intervalo de apenas 15 dias, o custo médio de compra para os revendedores subiu R$ 0,81 por litro.

Enquanto a investigação segue em andamento, a orientação é que o consumidor compare valores antes de abastecer para evitar pagar mais caro.

Como funciona o aplicativo 

O Menor Preço Brasil é uma plataforma gratuita que mostra os valores de produtos vendidos em estabelecimentos próximos ao usuário. O sistema utiliza dados das notas fiscais eletrônicas emitidas pelos próprios comércios, permitindo acompanhar os preços praticados no mercado.

Ao acessar o aplicativo, o consumidor pode pesquisar diretamente a opção “combustíveis”, que mostra gasolina comum, gasolina aditivada, etanol, diesel e GNV. Também é possível definir filtros como distância do estabelecimento, data da venda e ordenação por menor preço.

Durante consulta realizada pela reportagem às 17h desta quinta-feira (12), o menor valor encontrado para a gasolina comum em Teresina era R$ 5,24, em um posto localizado no bairro Primavera.

Consulta por região 

Além de comparar preços, o aplicativo permite visualizar os postos em um mapa e verificar o histórico recente de valores, o que ajuda o consumidor a identificar variações e escolher o local mais vantajoso para abastecer.

A ferramenta utiliza dados de notas fiscais emitidas entre um e sete dias, o que aumenta a chance de o preço exibido ainda estar vigente no estabelecimento.

Fiscalização continua 

De acordo com o Procon, a fiscalização seguirá monitorando o mercado de combustíveis para verificar se os reajustes são justificados. Caso sejam identificadas irregularidades, postos ou distribuidoras podem receber multas que variam de R$ 800 a R$ 10 milhões, dependendo da gravidade.

O órgão também orienta que consumidores sempre solicitem cupom fiscal e registrem denúncias nos canais oficiais do Ministério Público caso identifiquem indícios de abusividade.

Fonte: G1

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