Entre no
nosso grupo!
WhatsApp
  RSS
  Whatsapp

  11:12

Suzane von Richthofen manda soldar portão e retira carro da casa do tio encontrado morto

Suzane von Richthofen, conhecida nacionalmente por ter sido condenada pelo assassinato dos pais em 2002, em busca de herança, voltou a ganhar destaque após uma reportagem do portal Metrópoles revelar que ela mandou soldar o portão da casa do tio, encontrado morto no início de janeiro, em São Paulo. Segundo a colunista Fábia Oliveira, Suzane tomou a decisão depois de constatar que o imóvel havia sido invadido por terceiros e para "proteger o patrimônio".

De acordo com a publicação, Suzane esteve no local acompanhada de um parente identificado como Ricardo Abdalla e ordenou que o portão e a porta da residência fossem soldadas para evitar novas entradas indevidas. A medida teria sido tomada como forma de preservar os bens que restavam na propriedade do tio.

A coluna também informou que Suzane retirou do imóvel um carro avaliado em mais de R$ 120 mil, levando-o para um endereço não divulgado. A ação, segundo o Metrópoles, teria sido motivada pelo receio de que o veículo fosse alvo de furtos ou danos enquanto a casa permanecia vulnerável.

O caso ganhou repercussão pela presença de Suzane nas decisões envolvendo os bens do tio e pelas medidas adotadas por ela após a morte do parente, conforme relatado exclusivamente pela jornalista Fábia Oliveira.

Medidas após invasão ao imóvel

Conforme a apuração, Suzane relatou que determinou a soldagem do portão externo e da porta da casa, com o objetivo de evitar novas entradas forçadas e impedir novas perdas patrimoniais. As ações teriam ocorrido com o acompanhamento de Ricardo Abdalla, filho de uma prima do falecido.

Disputa pela herança

No mesmo processo, Suzane também teria apresentado documentos que, segundo ela, comprovariam sua condição de herdeira do tio. Miguel Abdalla Netto era médico aposentado e teria deixado um patrimônio estimado em cerca de R$ 5 milhões.

Miguel foi encontrado morto dentro do próprio apartamento no início de janeiro, e o caso segue sob apuração das autoridades.

Fonte: Metrópoles

Mais de Brasil